Gestão e sistemas · Portugal

Organizo o seu negócio — e construo o sistema que falta.

A maioria dos consultores entrega um relatório e vai embora. Eu ponho o financeiro a fechar, os processos no papel e a equipa a saber o que fazer — e quando a solução precisa de uma ferramenta que não existe, construo-a. Para pequenos negócios em Portugal.

45 minutos · online · por minha conta · analiso o seu negócio antes da conversa

Founder João Gabriel
Gestão e sistemas

Antes de qualquer coisa, o essencial sobre com quem está a falar:

7

sistemas construídos por mim, em produção, usados todos os dias

10+

anos de gestão — de projetos corporativos a negócios de bairro

PT

consultor ativo em Portugal, com deslocação na Grande Lisboa

0

fórmulas mágicas. Método, entregáveis e números.

O problema

Não falta esforço.
Falta o negócio funcionar sem si.

Quase todo o dono de pequeno negócio que conheço trabalha mais horas do que qualquer empregado seu. O problema nunca foi dedicação — é que tudo depende dele, e nada está escrito em lado nenhum.

"Faturo bem, mas ao fim do mês não sobra e não sei explicar porquê."
"Se eu não estiver lá, não sei como as coisas são feitas."
"Explico o mesmo todos os dias e a equipa nunca segue igual."
"Cresci no primeiro ano. Depois estanquei e não sei porquê."
"Marco tudo por mensagem e já me enganei mais do que uma vez."
"Sei fazer o meu trabalho. Gerir um negócio é outra coisa."

Isto não se resolve com mais horas.
Resolve-se com método — e com as ferramentas certas.

O que costuma acontecer a seguir

Contrata-se um consultor.
Recebe-se um relatório.

E depois? O documento diz que é preciso controlar o caixa, padronizar o atendimento e organizar a agenda. Está certo — e continua por fazer, porque ninguém instalou nada. O consultor foi embora e o negócio ficou igual, com uma pasta a mais na secretária.

É exatamente aqui que trabalho de forma diferente. Não entrego só o diagnóstico: instalo a ferramenta, treino quem a vai usar e volto para verificar se está a acontecer.

— João Gabriel
A solução

Três frentes.
Entra por uma, usa as que precisar.

Não são três pacotes com nomes diferentes para o mesmo serviço. São três problemas distintos, com métodos distintos — e a maioria dos clientes começa por um e acaba por precisar de outro.

01Consultoria

Pôr a gestão de pé

Para quem fatura mas não sabe o resultado, cresceu e estancou, ou tem tudo na cabeça e nada escrito. Financeiro a fechar, processos documentados, equipa alinhada, indicadores que orientam decisão.

Começa por um diagnóstico · presencial + online

03Regra da Casa

Garantir a experiência

Para quem tem equipa e não sabe como é o atendimento quando não está lá. Desenhamos o padrão, treinamos quem o executa, e medimos todos os meses se está mesmo a acontecer.

Em três etapas · pode fazer só uma

Porque isto não é conversa

Sete sistemas construídos.
Todos a funcionar agora.

Painéis financeiros que substituíram o livro de caixa em papel, sistemas de marcação com CRM, uma aplicação de encomendas para empresas, a plataforma de gestão de uma escola inteira. Não é portefólio de apresentação — é software em produção, com dados reais lá dentro.

Ver o que construí
Como começamos

Três passos — e nenhuma surpresa.

Independentemente da frente por onde entrar, o percurso é sempre o mesmo e por esta ordem: primeiro percebo o negócio, depois diagnostico a sério, e só então proponho. Nunca ao contrário — nenhuma proposta minha nasce antes de eu ter visto a operação. O primeiro passo é por minha conta e, se não fizer sentido continuar, fica com a análise à mesma.

1

Conversamos

45 minutos, online. Antes disso, analiso o seu negócio — Google, redes, concorrência à sua volta — e levo o que encontrei. Por minha conta.

2

Diagnostico a sério

14 dias, com visita ao seu espaço. No fim recebe dois documentos impressos: o mapa do que está a custar dinheiro e o plano dos próximos 90 dias. O valor é abatido se avançarmos.

3

Instalamos

Escolhe a frente conforme o que o diagnóstico mostrou. Ferramentas instaladas, equipa treinada, documentação na mão — e eu por perto enquanto pega.

Antes de avançar

O que me costumam perguntar.

Estas são as dúvidas que aparecem quase sempre na primeira conversa. Respondo-as aqui para não ter de as guardar para uma reunião.

Quanto custa?

Depende da frente e do tamanho do problema — e digo-lhe na primeira conversa, sem rodeios. O que posso adiantar é que está calibrado para a realidade de um pequeno negócio em Portugal, não para empresa grande, e é sempre parcelável. Se não couber, não vendo: encaminho para um caminho mais leve.

Nunca tive gestão estruturada. Isto é para mim?

É exatamente para si. Não exijo que saiba ler uma demonstração de resultados nem que tenha software nenhum. A primeira coisa que faço é traduzir gestão para a sua linguagem — e a segunda é montar as ferramentas que ainda não existem.

Em quanto tempo vejo resultado?

O resultado estrutural leva o tempo do programa. Mas há ganhos que aparecem na primeira ou segunda semana — quase sempre visibilidade financeira e uma decisão de preço que estava errada. Costumam pagar boa parte do trabalho sozinhos.

Em que é diferente de um consultor de marketing?

Não vendo audiência, vendo gestão. Antes de gastar um euro em anúncios é preciso saber se o preço cobre o custo, se a operação aguenta a procura e se a equipa entrega padrão — senão é dinheiro a queimar. Aqui resolve-se a base. E se a solução exigir um sistema que não existe, eu construo-o, em vez de o mandar contratar mais alguém.

Vou ter de mostrar as contas?

Sim, e fica protegido por confidencialidade desde o primeiro encontro. Sem ver os números reais, qualquer consultoria é teatro.

Trabalha à distância ou presencial?

A maior parte do trabalho é online, mas o diagnóstico inclui sempre visita ao espaço — há coisas que só se veem no sítio. Desloco-me na Grande Lisboa.

Começar

A primeira conversa
é por minha conta.

Diga-me o que faz e onde. Analiso o seu negócio antes de falarmos e levo coisas concretas para a conversa — o que vi, o que a concorrência à sua volta está a fazer e o que se ganharia mais depressa. Se fizer sentido continuar, falamos disso. Se não, fica com a análise à mesma.

Falar sobre o meu negócio

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